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O DNA DA LIDERANÇA

O QUE OS LÍDERES PRECISAM FAZER PARA CONSTRUIR IGREJAS QUE PREVALECEM

por Bill Hybels

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Eis uma pergunta que muitos têm me feito, e cada vez mais tenho feito a mim mesmo: Que coisas os líderes de igrejas precisam aprender a fazer muito bem se quiserem construir igrejas que prevalecem, igrejas que seguem o padrão de Atos 2?

Deus quer que toda igreja prevaleça. Ele quer que haja uma vitalidade e um movimento de constante crescimento. O céu inteiro anseia para que isso aconteça em nossas igrejas. Então, a pergunta que coloquei acima -se a glória de Deus está em jogo e Ele quer que cada uma de Suas igrejas prevaleça – então o que nós como líderes de igrejas precisamos fazer melhor para ajudar nossas igrejas a fazer o que Deus quer que elas façam?

Baseado nas minhas três décadas de ministério e muitas viagens ao redor do mundo,eu ofereço as seguintes observações. Eu posso dizer honestamente que em cada igreja que prevalece, tenho constatado que os líderes têm tido um aperfeiçoamento nas seguintes áreas.

VISÃO/ LANÇAR A VISÃO

Como uma igreja que vive numa certa realidade atinge um nível mais alto?

Alguém tem que se levantar na frente daquele grupo de pessoas e dizer: “Ei pessoal,existe um futuro melhor adiante. Nós estamos aqui. O futuro que Deus tem pra nós está lá, e eu acredito que no Seu poder e pela Sua força nós podem chegar lá!”

Isso é que é lançar a visão. Comunicar essa visão é imprescindível para ajudar a igreja alcançar todo o seu potencial redentor, e cada líder tem que aprender como fazê-lo. Você tem que poder dizer “Imagine o dia quando…” e então pintar uma imagem do futuro que cria uma paixão nas pessoas. Se você fizer isso bem, os corações das pessoas serão tomados por um desejo ardente de realizar aquela visão.

“Eu nunca vi uma igreja alcançar todo o seu potencial redentor sem pessoas motivadas fazendo a obra de Deus em equipe.”

Forme Ótimas Equipes

Quando alguém lança uma visão que motiva, impulsiona e anima as pessoas, ela terá que formar boas equipes para apoiar essa visão. Simplesmente não é possível construir uma igreja que prevalece a não ser que você tenha ótimas equipes. Uma vez decidido que tipo de equipe você vai formar, você procura os integrantes de acordo com a experiência e paixão das pessoas. Você busca pessoas que queiram se envolver e você as desafia. Você tenta encaixar as pessoas de acordo com seus dons para que se envolvam na parte da visão que lhes motiva e traz energia. Eu nunca vi uma igreja alcançar todo o seu potencial redentor sem pessoas motivadas fazendo a obra de Deus em equipe. Na verdade a Igreja de Willow Creek é simplesmente uma igreja grande formada por milhares de pequenas equipes, com líderes, com um foco, um propósito, e pessoas que tem um desejo ardente de trabalharem juntas.

Realize Cultos Maravilhosos

Isso talvez pareça ser muito óbvio, mas você ficaria chocado pelo número de igrejas que estão lutando para acertar nesse ponto. Nunca vi uma igreja desenvolver e atingir todo o seu potencial redentor a não ser que alguma equipe dentro da igreja decida que sua parte da visão dada por Deus é realizar cultos muito, muito bons – os melhores cultos que puderem de acordo com sua capacidade e recursos disponíveis.

Durante minhas férias de verão freqüento uma pequena igreja cujos cultos são realmente ruins. Recentemente, essa igreja de 30 – no seu auge tinha uma freqüência de 75 – trouxe um pregador convidado. Ele ficou todo muito animado e disse, “Essa igreja estará debaixo de uma nova benção de Deus. Nós vamos alcançar não somente o nosso bairro; não vamos alcançar somente a nossa cidade; não somente o nosso estado; não vamos alcançar somente o nosso país, mas vamos alcançar o nosso mundo!” Eu estava sentado na última fileira olhando para as pessoas quase dormindo e pensei “Nós nem conseguimos ter um culto legal. Como vamos impactar o mundo? Não conseguimos escolher nem quatro músicas e cantá-las direito. Nós não conseguimos fazer a leitura bíblica de maneira criativa. Não conseguimos montar um vídeo. Nós não vamos alcançar o mundo. Não vamos nos enganar.”

Vale a pena sua igreja empreender esforços para desenvolver uma equipe de pessoas que se encontra por pelo menos 90 minutos por semana para simplesmente orar, pensar em idéias e colocá-las no papel e então perguntar “Como podemos tornar o culto do próximo domingo fantástico? Podemos fazer a leitura das escrituras de forma diferente? Podemos cantar as músicas de uma maneira um pouco diferente? Como podemos aumentar a participação das pessoas? Existe alguma coisa que o pastor pode usar para tornar a mensagem um pouco mais interessante? Como podemos tornar o culto mais memorável?” Não vamos esquecer, os cultos são importantes! A música é importante, a dramatização é importante, a criatividade é importante, a pregação é importante, e tornar a pregação relevante e criativa é realmente importante.

Arrecadando Recursos

Sua igreja nunca alcançará seu total potencial redentor até que você se torne muito bom em arrecadar recursos. Quando eu estava começando o meu ministério, o grande teólogo, R.C. Sproul me perguntou: “Bill, quanto você pode fazer no ministério com cem dólares?” Quando eu disse que eu não sabia, ele respondeu “Algo que vale mais ou menos cem dólares.” Então começou a me falar que é necessário ter dinheiro para fazer ministério e se você quiser ministrar só um pouco você arrecada poucos recursos. Mas, se você quiser fazer algo mais em termos de ministério, você vai ter que gerar mais recursos, e você precisa parar de ficar se desculpando por isso e entender que é necessário ter dinheiro para lançar visões. É necessário ter dinheiro para alimentar os famintos e prover recursos para os pobres. É necessário ter dinheiro para desenvolver um ministério infantil. É necessário ter dinheiro para ter um ministério dinâmico com os jovens na sua igreja. É necessário ter dinheiro para fazer essas grandes coisas que todos gostaríamos que as nossas igrejas fizessem. Pastores e líderes de igrejas tem que superar essa dificuldade e ensinar o que a Bíblia ensina sobre arrecadar recursos e lançar uma visão de forma que as pessoas queiram contribuir financeiramente.

Auto-Liderança

Já falei muito sobre isso nesses últimos anos, e eu continuo acreditando firmemente que se você vai construir uma igreja que prevalece, que vai crescer passo a passo ao longo do tempo e trazer glória para Deus, você vai ter que encarar isso como um jornada de longo prazo. Isso quer dizer que cada líder precisa cuidar de si e todos uns dos outros. Essa é a única forma de garantir que você continuará ministrando com alegria por um longo período de tempo.

A auto-liderança é a habilidade do líder navegar pelos altos e baixos do ministério. É a habilidade de superar o desânimo pessoal, manter o equilíbrio em meio à crise, dominar o ego constantemente, e manter o foco na missão. É a disciplina de continuamente perguntar-se: Tenho certeza do meu chamado? A minha visão está clara? A minha paixão é ardente? Não se permita correr perigo por não ter separado um tempo para se recompor, colocar as coisas no lugar, descansar, fazer um retiro espiritual e renovar a alma.

Minha oração é que possamos todos seriamente considerar algumas das idéias acima e continuar a sermos desafiados a derramar todo o nosso ser na igreja, a Noiva de Cristo. Vamos aprender a lançar visões impactantes, a formar grandes equipes, realizar cultos maravilhosos, arrecadar recursos, e desenvolver uma auto-liderança que possa nos conduzir ao tipo de visão que alegra o céu.

O DOM DA LIDERANÇA – Bill Hybells

bill2.jpgPara mim, nada se compara a igreja se essa funciona corretamente. Mas esse é um grande “Se”. Em meados da década de oitenta, quando eu comecei a ter mais convites para viajar, não pude ignorar a diferença que vi entre igrejas que estavam sendo vivas e relevantes evangelizando, preparando crentes firmes, servindo os necessitados, reedificando vidas destruídas e aquelas que pareciam estar a beira de uma falência, experimentando ações vazias que parecem não fazer diferença.

Crescendo ou falindo? Viva ou morta? Relevante ou irrelevante? A todo lugar que eu ia, ficava me perguntando: O que faz a diferença? Qual a chave da vitalidade das igrejas? Eu sei que em última análise a beleza e o poder da igreja vem diretamente da mente de Deus e depende das bênçãos de Deus. Mas em um nível mais humano, o que as igrejas efetivas possuem em comum?

É a localização? Eu visitei igrejas desenvolvidas e vitais na Irlanda do Norte, localizadas no meio de comunidades penosamente afetadas pelo que os habitantes locais chamam “Troubles” (escara­muças e atos terroristas pela libertação do país). Recentemente preguei em uma próspera igreja encravada no coração de Soweto, o empobrecido distrito sul africano que fervia em ímpetos revolucionários antes do fim do apartheid. No outro extremo, em lugares como Newport Beach, na Califórnia, onde todos são tão abastados que você poderia pensar que eles jamais sentiriam necessidade de Deus, eu vi igrejas abarrotadas de pessoas com os corações ardendo em adoração a Cristo.

Também pensei que talvez a denominação fosse o fator determinante, mas minhas viagens não confirmaram isso. Eu conheci uma igreja Anglicana milenar no Reino Unido, que batizava um número recorde de pessoas a cada ano; uma igreja Episcopal em Kansas City que havia recentemente comprado cem acres para acomodar seu crescimento, e uma congregação Luterana em Phoenix que utiliza seus recursos para suprir as necessidades de cidadãos idosos e desempregados de uma forma notavelmente criativa e eficiente. Batistas, Metodistas, Evangélicos Livres, Quakers, adenominacionais, interdenominacionais, não importa. Em todas as denominações, e além delas, eu tenho descoberto igrejas relevantes.

Se não se trata da localização ou da denominação, talvez as instalações ideais sejam a chave do sucesso. Mas não. Certamente que não. Em celeiros e teatros, hotéis e trailers nas mais inconcebíveis e inadequadas instalações, descobri igrejas maravilhosamente vivas e rele­vantes.

Pode ser que eu tenha negligenciado algum fator óbvio. Talvez a chave seja magníficas pregações. Mas eu não tive que ir além dos Estados Unidos para derrubar essa teoria. Embora várias igrejas que têm seu enfoque principal na pregação, consigam atrair grandes multidões, seu impacto na comunidade é freqüentemente insignificante. A igreja fica lotada por uma hora aos domingos, mas vazia durante a semana. Viciados em sermões tendem a ficar em seus confortáveis assentos, crescendo cada vez mais em conhecimento, enquanto se envolvem cada vez menos com a comunidade que os cerca. As conversões são raras porque há pouca ajuda aos necessitados. A experiência comunitária é superficial, porque não há infra-estrutura para grupos pequenos. O corpo é alimentado em um ambiente de ensino coletivo, mas isso é tudo o que acontece. Eu não pretendo minimizar a importância da pregação e do ensino eficiente; a igreja fica debi­litada sem eles. Mas um bom ensino e pregação não asseguram o vigor do ministério.

Provavelmente existem outras supostas chaves para a vitalidade da igreja que eu também poderia desmascarar, mas quero ir direto ao ponto final: o que igrejas que frutificam possuem em comum, é que são lideradas por pessoas que possuem e desenvolvem o dom espiritual da liderança. Sempre e em todos os lugares onde encontro igrejas estimulantes e vencedoras, a exemplo de Atos 2, também descubro um pequeno grupo de irmãos e irmãs, que de forma humilde e devotada, fornecem a visão, a estratégia e a inspiração, que possibilita que toda a congregação frutifique abundantemente. Por favor, compreenda que eu não acredito que o dom da liderança é mais importante que os outros dons. É que simplesmente, aquelas pessoas com o dom de liderança são excepcionalmente equipadas para por em prática estratégias e estruturas, que propiciarão oportunidades para que outras pessoas usem seus dons com máxima eficiência. Pessoas com o dom de Liderança possuem uma visão global e compreendem como ajudar os outros a encontrarem seu papel. Romanos 12.8 diz que aqueles de nós que possuem o dom da liderança devem nos sentar direito e prestar atenção, pois seria melhor que “liderássemos com zelo”. Por que? Porque a igreja, a noiva de Cristo, de quem depende o destino eterno do mundo, flores­cerÁ ou falhará em grande medida, dependendo de como liderarmos. Entenda que não escrevo sobre liderança apenas para destacar este dom em particular. Minha preocupação fundamental não é a liderança. Para mim, o primordial é a igreja representada em Atos 2, entretanto estou absolutamente convencido de que a igreja jamais alcançará seu pleno potencial para a redenção, até que homens e mulheres com o dom da liderança se adiantem para liderar.

Como usufruir mais de suas leituras
por Rick Warren trad Erasmo Vieira

É quase um cliché na Igreja Saddleback que igrejas que crescem requerem mais líderes que crescem. Se isso não se torna verdade, você não vai adiante. Como líderes de ministério usamos métodos diferentes para crescer. Vamos a congressos. Procuramos mentores. Ouvimos podcasts. Mas a minha forma favorita para o meu crescimento é a leitura.

Criamos um provérbio, entre nosso staff, aqui em Saddleback de que todo líder deve ser um leitor. Nem todos os que lêem são líderes, mas todos os líderes são leitores. Se você vai liderar, vai precisar estar pensando na frente de seu povo. Isso significa que você vai precisar estar sempre lendo.

Paulo compreendeu isso. Em 2 Timóteo, da prisão, Paulo escreveu a Timóteo: “Quando você vier, traga a minha capa que deixei na cidade de Troas, na casa de Carpo. Traga os livros também, principalmente os de couro.”

Paulo estava no final da vida. Prisioneiro. Ele diz que deseja duas coisas: sua capa e seus livros. C. H. Spurgeon, comentando esta passagem, diz: “Ele é inspirado e ainda assim quer os livros. Ele esteve pregando pelo menos por 30 anos, mas ainda assim ele quer os livros. Ele esteve com o Senhor, mas ainda assim ele quer os seus livros. Ele tem uma vasta experiência, mais do que muitos homens, mas ainda assim ele quer os livros. Ele teve experiências celestiais e ouviu coisas que nem imaginamos, mas ainda assim ele quer os livros. Ele escreveu a maior parte do Novo Testamento, mas ainda assim ele quer os seus livros.”

Todos queremos crescer como Paulo. E devemos valorizar a leitura como ele fez. Mas como líderes de ministério, nosso tempo é precioso. Assim, como podemos usufruir o máximo do nosso tempo limitado que usamos para a leitura?

Aqui estão sete dicas:

1. Analise seus hábitos de leitura.

Faça a você mesmo algumas perguntas importantes sobre seus hábitos de leitura, tais como:

a.. Seu hábito de leitura é planejado ou aleatório? Se você não planejar suas leituras, você termina por desperdiçar muito tempo em leituras que vão ter um impacto limitado sobre seu ministério. Ler demanda tempo, então escolha os livros com critério. Faça isso intencionalmente.
b.. Quantos livros por ano você já leu desde que se formou no seminário? Eu me lembro de ter lido uma estatística que se referia ao fato de que a média dos pastores presbiterianos lia apenas cinco livros por ano, e que a média dos pastores batistas era de apenas três livros por ano. Não é de se admirar que nossas igrejas nos Estados Unidos não crescem.

2. Planeje um horário para sua leitura.

O horário vai variar de pessoa para pessoa. Você tem de decidir o melhor tempo – provavelmente quando você não sofra interrupções. Eu leio geralmente às noites. Há muito pouco de programa de TV que se mostra valioso. Se você separar apenas 15 minutos por dia, você vai conseguir ler em torno de 24 livros por ano. Isso significa que durante a sua vida você lerá mais de 1000 livros. Isso equivale a fazer cinco cursos de universidade.

3. Equilibre suas leituras.

O maior erro que fazemos é nos concentrar em ler sobre matérias e áreas preferidas. Você gosta de certa área, aí tende a ler cada vez mais sobre ela. Em certo sentido isso está certo. Se você não lê freqüentemente, agora é a hora de começar. Mas você tem de sair ocasionalmente de sua área de interesse. Tenho lido livros sobre pássaros, astronomia, o coração (de onde tiro todo tipo de ilustrações para os sermões), e um livro médico sobre o cérebro. Leia ampliadamente de modo a se tornar uma pessoa versátil. Quero conhecer apenas um pouquinho sobre diferentes assuntos, de modo a poder falar com qualquer pessoa que encontro bem dentro da área de interesse dele ou dela. Posso não saber o bastante, mas pelo menos preciso conhecer o suficiente para fazer a primeira pergunta – o que dá início a uma boa conversa.

4. Não leia simplesmente um livro; dê respostas a ele.

Pratique a leitura ativa. Marque os textos de interesse na medida que for lendo. Sempre leio com um lápis em minha mão. Mesmo quando estou lendo revistas, tenho o lápis em minha mão. Um livro só se torna o seu livro quando você o sublinha. A coisa mais importante sobre um livro não é o que ele ensina a você. É o que ele estimula em você. Sempre quando leio alguma coisa, logo escrevo sua aplicação para nossa igreja. A. W. Tozer disse: “Um dos testes de um ótimo livro é quando você o lê e fica reflexivo sobre o tema.”

5. Saiba o que não ler.

A melhor maneira de ganhar tempo na leitura é discriminar. James Bryce disse: “A vida é muito curta para gastar-se tempo lendo livros inferiores.” Mais de 1000 livros são produzidos no mundo todo em um dia. Alguns milhares de títulos religiosos são lançados a cada ano. A Convenção de Vendedores de Livros é um grande negócio. Como resultado, muitos livros cristãos não valem a pena ser lidos.

6. Faça uma visita mensal à bibliotecas.

Coloque em seu calendário uma visita mensal a uma biblioteca. Por que? Não para você ver livros cristãos, o que aliás, você raramente encontra nessas bibliotecas. Em vez disso, vá ver o que há de novo em outras áreas. Eu procuro por livros sobre gerenciamento, propaganda, comportamento humano, psicologia e outras disciplinas seculares. Mas, a razão mais importante para que eu faça essa visita mensal é buscar informações das últimas edições das revistas. Dessa forma não preciso ser assinante delas. (A maioria delas não vale a pena assinar.) Você pode checar cerca de 40 revistas em duas horas. Folheie as páginas delas. De vez em quando, você se depara com um bom artigo, e você pode fazer uma cópia dele. A maioria de minhas ilustrações vem das revistas Time, Newsweek e outras publicações de nossos dias. Por que? Isso é o que o povo está lendo.

7. Tenha sua própria biblioteca.

Cada profissão possui suas ferramentas. Você não pode ser um médico sem o estetoscópio ou um carpinteiro sem um martelo e uma serra. As ferramentas do ministério são os livros. Estamos alimentando, liderando e comunicando.

Os livros também fornecem uma boa herança para você passar para seus filhos. Quer seus filhos entrem no ministério ou não, você vai passar para eles uma biblioteca invejável – porque você adquiriu livros durante anos. Essa é uma boa herança que você pode deixar.

Ler é um hábito valioso para você que deseja estar satisfeito com o ministério. Lembre-se, todos os líderes são leitores!

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